25 julho 2006

Hey you


Hey you, out there in the cold
Getting lonely, getting old
Can you feel me?
Hey you, standing in the aisles
With itchy feet and fading smiles
Can you feel me?
Hey you, dont help them to bury the light
Don't give in without a fight.

Hey you, out there on your own
Sitting naked by the phone
Would you touch me?
Hey you, with you ear against the wall
Waiting for someone to call out
Would you touch me?
Hey you, would you help me to carry the stone?
Open your heart, I'm coming home.

But it was only fantasy.
The wall was too high,
As you can see.
No matter how he tried,
He could not break free.
And the worms ate into his brain.

Hey you, out there on the road
always doing what you're told,
Can you help me?
Hey you, out there beyond the wall,
Breaking bottles in the hall,
Can you help me?
Hey you, don't tell me there's no hope at all
Together we stand, divided we fall.

Pink Floyd

8 comentários:

Virginia Pereira disse...

adorei o blog, os patinhos (são patinhos??...). Estou meio amargurada, descrente do amor, mas adoro bons textos que me inspiram a continuar. Parabéns!
Se puder apareça!!

jcg disse...

Espero não te incomodar. Gostei muito e lembrei-me dum poema do Benedetti que uma amiga enviou-me uma vez (em espanhol, peço desculpa mas não me atrevo a traduzir). Espero que percebas.


NO TE SALVES

No te quedes inmóvil
al borde del camino
no congeles el júbilo
no quieras con desgana
no te salves ahora
ni nunca
no te salves
no te llenes de calma
no reserves del mundo
sólo un rincón tranquilo
no dejes caer los párpados
pesados como juicios
no te quedes sin labios
no te duermas sin sueño
no te pienses sin sangre
no te juzgues sin tiempo

pero si
pese a todo
no puedes evitarlo
y congelas el júbilo
y quieres con desgana
y te salvas ahora
y te llenas de calma
y reservas del mundo
sólo un rincón tranquilo
y dejas caer los párpados
pesados como juicios
y te secas sin labios
y te duermes sin sueño
y te piensas sin sangre
y te juzgas sin tiempo
y te quedas inmóvil
al borde del camino
y te salvas
entonces
no te quedes conmigo.

Mario Benedetti

iké disse...

Vejo que me descobriste... :-)

Obrigada pelo comentário!

Muito lindo o poema, gostei mesmo muito!!

jcg disse...

O teu blog deu-me vontade de ler de novo e pensar em coisas esquecidas há muito tempo. Eu que agradeço.

Um beijo

Barradas disse...

A mim chegam-me estas palavras, esta música. Sem reflexão, sem pensamento.

Além disso, um dos meus grupos preferidos de sempre!

Bjs

iké disse...

Virginia,

Obrigada pela visita, ainda bem que gostou!

Parecem patinhos mas na verdade são um homem e uma mulher a beijarem-se!

iké disse...

jcg,

Fico feliz por saber que o blog te fez sair de alguma forma dessa rotina! A vida é uma caixinha de música e não devemos esquecer de lhe dar corda, se não ela deixa de encantar!

Beijo

iké disse...

Barradas,

É realmente assim. Desde tenra idade que esta música me acompanha. De vez em quando sinto necessidade de a ouvir, de a cantar... é como um grito! Um grito para me fazer sentir que ainda aqui estou...

Beijinho